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Primeiro projeto de 2019 quer transformar a Bíblia em patrimônio cultural do Brasil
05/02/2019 08:45 em Novidades

O valor da Bíblia Sagrada como referência para um povo é inestimável, e em muitas culturas, o livro que guia o cristianismo tem um papel fundamental na formação da moral da sociedade. Diante disso, o deputado federal pastor Sargento Isidório (Avante-BA) decidiu apresentar um projeto de lei para transformar as Escrituras em “Patrimônio Nacional, Cultural e Imaterial do Brasil e da Humanidade”.

Esse foi o primeiro projeto de lei proposto na nova legislatura, que se iniciou na última segunda-feira, 04 de fevereiro. A proposta do parlamentar evangélico faz parte de uma sequência de 64 projetos apresentados ao longo do primeiro dia de trabalho. Esse é um número menor se comparado com os 99 projetos apresentados no dia 02 de fevereiro de 2015, data em que a legislatura anterior se iniciou.

A justificativa do Sargento Isidório para que a Bíblia Sagrada seja transformada em patrimônio imaterial e cultural pontua que se trata do livro ser o mais antigo e o “mais lido do mundo”, além do fato de ser “mais do que apenas um bom livro, é a vontade de Deus escrita para a humanidade”.

“Para os cristãos, nela se encontram, acima de tudo, as respostas para os problemas da humanidade e a base para princípios e normas de moral”, observa a proposta de Isidório. “É correto dizer e já na autoridade do Espírito Santo que o livro que passo a defender como Patrimônio Imaterial Cultural da Nação brasileira e da Humanidade já é reconhecido por seu vasto poder terapêutico, curador, histórico, libertador, restaurador, revelador e principalmente profético, cuja capacidade de milagres comprovados já ganhou legitimidade da ciência”, acrescenta o deputado.

De acordo com informações do portal G1, Isidório já apresentou – e aprovou por unanimidade – projeto semelhante na Assembleia Legislativa da Bahia, quando cumpriu mandato de deputado estadual.

“Nós, cristãos, seja católicos, evangélicos, espíritas ou outros acreditamos que estes homens escreveram a Bíblia inspirados por Deus e por isso consideram a Bíblia como a escritura sagrada”, complementa a justificativa do projeto.

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